Quem está por trás

Do boardroom ao data center.

Estratégia e execução costumam ser tratadas como dois mundos. A maior parte dos problemas de tecnologia nasce exatamente na distância entre eles.

Retrato de Fernando Dondeo

Trajetória

Estratégia, tecnologia e resultado real.

Mais de 25 anos em tecnologia, a maior parte dentro de operações corporativas — o lugar onde a decisão tem consequência no dia seguinte, e onde não existe a opção de recomeçar do zero.

A atuação se concentra onde a maioria dos problemas realmente mora: governança de TI, gestão de riscos, continuidade, segurança da informação, infraestrutura e, mais recentemente, o uso corporativo de inteligência artificial — que é a mesma discussão de sempre, com um fator de risco novo.

O diferencial não é conhecer muitas tecnologias. É conseguir sustentar a mesma conversa em dois ambientes que costumam não se entender: a reunião em que se decide orçamento e a sala em que o sistema é operado. É daí que sai um diagnóstico que a diretoria aprova e o time técnico consegue executar.

25+ anosde experiência
Boardroomao data center
Focoem resultado real

Frentes de atuação

  • Governança de TI
  • Gestão de riscos
  • Continuidade e recuperação
  • Segurança da informação
  • Infraestrutura e cloud
  • Transformação digital
  • Governança de inteligência artificial
  • Gestão de projetos e fornecedores
  • Liderança de equipes técnicas

O que essa distância custa todos os dias.

Quando quem decide não enxerga a camada técnica, e quem opera não enxerga a camada de negócio, o resultado é previsível: investimento no lugar errado, projeto que não entra em produção e risco que ninguém dimensiona. Percorrer as sete camadas é o trabalho.

  1. 01Negócio
  2. 02Processos
  3. 03Tecnologia
  4. 04Dados
  5. 05Segurança
  6. 06Governança
  7. 07Resultado

Como ele lê um problema

Antes da recomendação, vem a posição sobre o problema.

  • P01Diagnóstico

    Recomendação sem diagnóstico é chute com nota fiscal.

    Toda ferramenta funciona no ambiente de quem a vende. O que decide o resultado é o encaixe com o processo, com o time e com o que já existe — e isso só aparece olhando de perto, antes da proposta.

  • P02Inteligência artificial

    IA sem governança não é inovação. É exposição com boa aparência.

    A pergunta útil não é qual modelo usar. É qual problema justifica a IA, qual dado ela vai tocar, que risco isso cria e como o valor será medido. Nessa ordem: problema, dados, risco, valor.

  • P03Prioridade

    Priorizar é escolher o que não será feito.

    Roadmap em que tudo é prioridade é lista de desejos. O trabalho difícil da priorização é assumir, por escrito, o que fica para depois — e qual risco a empresa aceita correr enquanto isso.

  • P04Segurança

    Backup que nunca foi restaurado é uma suposição, não um controle.

    Segurança se comprova no teste, não no contrato. Restauração testada, acesso revisado, log lido por alguém. O resto é sensação de proteção, que é exatamente o que o incidente desmonta.

Onde acompanhar

As publicações e a atuação profissional de Fernando estão no LinkedIn.

Próximo passo

Traga o problema. A direção é o que a gente constrói junto.

A primeira conversa não é apresentação comercial. É entender o seu cenário o suficiente para dizer se há trabalho a fazer — e qual seria a ordem.

  • Uma conversa de escuta, sem material de venda
  • Uma leitura preliminar do que está acontecendo
  • Uma indicação de por onde começar — mesmo que não seja conosco

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